Cinema: O Juiz


Olááá..

Há dias assisti um filme que gostei muito e estava me esquecendo de resenhar 🙂

A começar pelo elenco, nada mais, nada menos que o Homem de Ferro. Ou se preferir, Robert Downey Jr.

Que além de gato, marrento (também aqui nO Juiz), é fã do Metallica! ❤

E é Hank Palmer em O Juiz, um advogado de muito sucesso, mas não com a mesma sorte no casamento.

Hank volta à sua cidade natal sozinho para o velório de sua mãe, mas não é muito bem recebido pelo seu velho, o Juiz veterano e respeitado da cidade, que anos depois, ainda tem traumas de sua rebeldia na adolescência.

Porém ao descobrir que seu pai está sob a acusação de um acidente que matou um homem que seu pai condenou há 20 anos, ele pega o caso e faz o que sabe fazer: um show.

A dinâmica do filme é muito inteligente, o que faz com que você ligue os pontos a todo instante, mas fique ansioso para o próximo nível. Não é óbvio.

Será que seu pai é condenado?

Além de todo o contexto tribunal, gostei muito da história pai/filho. E de como nos importamos constantemente com o que não importa e buscamos coisas vazias para nos preencher.

Mais que um bom filme, tem uma pegada familiar muito forte.

Ultimamente estou dando sorte para os filmes.. ! #OBAAA

Veja o trailer:

 

BeijoMeu!

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Cinema: O Doador de Memórias


 

Imagine “um mundo” totalmente manipulado.

Ahh, Talita, mas e o nosso não é? Pois é.. esse filme me deixou exatamente com a sensação de liberdade e o inverso.

Em uma pequena comunidade, as pessoas vivem como se estivessem em um mundo ideal. Não existem diferenças, ódio, dor, doenças, guerras.. Por outro lado, também não existem sentimentos, cores..

Uma pessoa é encarregada de guardar e doar memórias do mundo como conhecemos, a fim de poupar os membros da comunidade de sofrimentos e guiá-los com sua sabedoria.

Meryl Streep é a líder do grupo de anciãos que comandam a comunidade.

Como já existe em alguns países, a profissão de cada jovem, é definida pelos líderes da comunidade, de acordo com o seu desempenho quando estudantes.

O novo escolhido para ser o Recebedor de Memórias, Jonas (Brenton Thwaites), ao conhecer a magnitude do que pode ser a vida, foge completamente das regras em busca da liberdade para sua comunidade.

É muito estranho você perceber que liberdade demais dá no que está. E que em quaisquer situações, os seres humanos fazem muitas escolhas erradas.

O filme é bem bacana. Pra refletir. Vale bem a pena assistir.

No final eu fiquei esperando o final feliz. Mas caracas.. o final foi ótimo! Fugiu do óbvio.

 

 

E gente.. eu não reconheci a Taylor Swift como Rosemary, filha do Doador de Memórias, que aparece em poucas cenas. Loira ou morena, pra que ser linda assim, né? Mas loira, so much more! 🙂

Beijo Meu!

 

Cinema: Lucy


‘Fez-se o homem O filme começa com Lucy. Não a personagem de Scarlett, mas a ancestral de 3,2 milhões de anos, descoberta na Etiópia, em 1972, pelo paleontólogo Donald C. Johanson (que não é avô da atriz). Segundo o Instituto da Origem Humana, da Universidade do Arizona (EUA), o nome do fóssil foi dado em homenagem à música “Lucy in the Sky With Diamonds”, dos Beatles. “Lucy nos deu um vislumbre sobre como nossos antepassados se pareciam, ela é um elo entre o antigo e o moderno”, afirmou Johanson à revista Time.‘ – Fonte: Galileu

Dê o play para terminar de ler o post!

O filme aborda de uma forma muito dinâmica e inteligente a capacidade de utilização do potencial cerebral dos seres humanos.

Morgan Freeman é Samuel Norman, pesquisador e professor sobre o assunto, explica que é estimado que utilizamos apenas 10% da nossa capacidade cerebral. E estudou e criou hipóteses caso superássemos essa marca.

Scarlett Johansson, Lucy, é tapeada no filme e obrigada a transportar droga dentro de seu estômago para os traficantes.

A droga sintética, é uma reprodução artificial de uma substância, CPH4, produzida no sexto mês (na sexta semana -> assisti mais uma vez 🙂 ) de gravidez na mulher, e que é responsável pela formação dos ossos e corpo do bebê.

Lucy sofre um pequeno espancamento que faz com a droga caia em seu organismo e comece a aumentar sua capacidade de utilização do cérebro.

A forma com que isso vai acontecendo e os paralelos com a vida primitiva que o filme oferece, é simplesmente espetacular.

Conforme aumenta sua capacidade, ela é capaz de controlar o espaço-tempo, além da ausência de dor, percepção pelo calor e capacidade de aprender instantaneamente.

E já aviso. Ela chega a 100% de sua capacidade cerebral.

Sem dúvidas, um filme para se ver mais de uma vez. Eu já quero ver de novo! Prepare-se para 90 minutos de filme muito bem gastos.

E para a Scarlett brilhando com toda força na telinha!

Veja o trailler do filme, que estreou ontem no Brasil:

BeijoMeu!